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terça-feira, 19 de abril de 2011

PARABÉNS À EQUIPA DE FUTEBOL DE SERNANCELHE



O Grupo Cultural e Desportivo "Os Ceireiros" felicita o Clube Desportivo de Sernancelhe pela excelente época desportiva 2010-2011, tendo lutado pelo acesso à subida de divisão até à última jornada.
Assim sendo, o facto de não terem subido de divisão, significa que para a próxima temporada haverá um derby regional. Ceireiros vs Sernancelhe é bom para o espectáculo, é bom para o desporto, é bom para a bilheteira, no fundo que seja um bom jogo de futebol independentemente do resultado.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

ORGULHO EM SER CEIREIRO

AGRADECIMENTOS AO SR AMÉRICO AFONSO


O GCD "OS CEIREIROS" agradece publicamente a disponibilidade do nosso conterrâneo residente no Brasil pela informação cedida à nossa associação, tendo assim contribuido determinantemente para o enriquecimento deste arquivo beselguense. As fotografias serão publicadas de uma forma coerente e regular.

Obrigado Sr. Américo Afonso!

quarta-feira, 6 de abril de 2011

MUDANÇA E ESPERANÇA EM BESELGA-PENEDONO ? TERRAS DO DEMO?

Na década em que eu nasci, estava-se naturalmente fadado aos estudos máximos gratuitos que eram a 4ª classe. Havia uma excepção para aqueles cujos pais e/ou o pároco local orientavam para o Seminário. Poucos foram os que prosseguiram a via sacerdotal. Ao desistir da vocação continuavam, regra geral, os estudos no ensino público ou privado. Alcançados os 18 anos e alguns ainda menores como foi o meu caso, os rapazes seguiam para França “à fugida” por não lhes ser permitida a passagem de passaporte. Era política do Estado Novo reter a mão-de-obra em Portugal para suprir a débil economia interna e para engrossar as fileiras militares das Forças Armadas que haveriam de servir na metrópole e nos territórios ultramarinos que faziam parte do Estado e Nação portuguesa.
Nos anos 50 e antecedentes procurava-se na emigração, num qualquer ofício manual ou na actividade agrícola e pecuária o modo de vida. Ninguém adivinhava muitas mudanças que vieram a ocorrer. Nos anos 60`s foi introduzido o ensino do Ciclo Preparatório. O panorama estudantil começou a alterar-se mas a maioria dos jovens, rapazes e raparigas, ainda ficavam excluídos da possibilidade de adquirir habilitações para além do primeiro ciclo do ensino básico.
Nas décadas seguintes com o país democrático foi possível frequentar os estudos nas escolas locais, primeiro até à 6ª classe, depois até ao 9º ano mas a população nascida nas décadas anteriores aos anos 80 ficava em sua grande maioria excluída de prosseguir mais habilitações. A mudança acabou por chegar, “mais valendo tarde do que nunca” como reza o aforismo popular. Já nesta década dos anos 2000`s foram ministradas formações de adultos equivalentes ao 6º e 9º ano em muitas localidades do país, incluindo a aldeia/freguesia de Beselga, concelho de Penedono (1). E entre 2008 e 2010 está a decorrer na mesma aldeia o curso de Técnico de Recursos Florestais e Ambientais com equivalência ao 12º ano. É de notar que nem a sede do concelho tem o privilégio de ter na vila de Penedono este grau do ensino secundário.
A maioria dos formandos actuais neste curso nasceu na década de 50 e 60 e estava destinada, injustamente, a viver ab eterno com o primeiro ciclo do ensino básico sem nunca tocar num computador, abrir uma página de internet para informação pessoal, lazer e/ou investigação aplicada à formação. Há ainda a estudar na aldeia de Beselga outros estudantes mais novos, alguns dos quais nascidos em França, filhos de portugueses locais. O entusiasmo dos formandos tem-se revelado de tal ordem que, segundo informação no quinzenário “Progresso de Penedono”, uma das candidatas do curso já está a pensar no ensino superior. Não se prevê (por enquanto) que este nível venha a ter lugar na aldeia. Mas quem sabe! Outrora também ninguém pensaria que, alguma vez, fosse possível aqui funcionar o ensino secundário ao nível do 12º.
Graças à Associação Humanitária Cultural e Recreativa Beselguense, à Junta de Freguesia, à Paróquia e à Câmara Municipal cujos responsáveis souberam sugerir, captar e apoiar projectos para esta localidade do interior, incluindo a formação escolar para adultos. Espera-se, agora, que o futuro seja mais promissor para os formandos. Que os conhecimentos e os curriculae abram novas portas e se traduzam em novas funções, que a aldeia veja aparecer projectos de economia sustentável e amiga do ambiente. Inovar e mudar é preciso. Já o nosso poeta Luís Vaz de Camões no século XVI preconizava a mudança: “Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades, / Muda-se o ser, muda-se a confiança; / Todo o mundo é composto de mudança, / Tomando sempre novas qualidades …/… ”

Texto de Alfredo Ramos

quinta-feira, 31 de março de 2011

EM RORIZ FOI ASSIM!

Ceireiros vence e consolida segunda posição depois de vencer de forma eficaz o conjunto rorizense!! Em tarde de muita chuva e de pouca inspiração dos rorizenses, foi a formação da Beselga que levou a melhor, na antepenúltima jornada da 2ª Divisão Distrital

Em desafio que contava para a 12ª jornada (antepenúltima jornada do campeonato desta 2ª divisão distrital), a equipa do Grupo Desportivo e Cultural de Roriz (concelho de Penalva do Castelo) recebia a equipa do Grupo Cultural e Desportivo Os Ceireiros (concelho de Penedono).
As equipas entraram para este desafio separadas por 7 pontos, com maior numero e melhor classificação a favorecer a equipa vinda da Beselga.
A turma rorizense defendia neste encontro o 4º posto classificativo enquanto a turma que viajou do concelho de Penedono estava colocada na 2ª posição.

Tarde muito chuvosa para os lados de Penalva do Castelo, aguardava o encontro entre a formação de Roriz, que vinha de um empate no último fim de semana, e a formação Os Ceireiros, que vinha de uma derrota frente ao GD Mangualde.
Assim, as equipas ainda com os lugares da frente da classificação no horizonte, iriam encarar o desafio, que apesar de ter sido disputado num terreno de jogo muito encharcado, foi bastante vivo e movimentado. As equipas entraram com a disposição de marcar cedo. O Roriz, a privilegiar um futebol de mais posse de bola e passe mais curto enquanto o Ceireiros dava preferência a um futebol mais directo e mais expectante.
Foi assim que o Ceireiros, cedo inaugurou o marcador e começou a desenhar a sua eficaz vitória, quando ainda decorridos apenas 9 minutos. Lance algo confuso, já que um jogador do Ceireiros fica isolado num contra-ataque, depois de receber assistência médica, já no último terço de terreno para o lado que a turma da Beselga atacava. Ricardo Leitão aproveitou então para ultrapassar o guardião Sandro, e já com a baliza descancarada preferiu oferecer o golo a Tó-Zé, que não perdoou, sendo sempre a principal referência atacante do Ceireiros.
Reclamou-se ilegalidade na jogada que antecedeu o primeiro golo da partida, mas de nada valeram os protestos dos homens da casa, já que o lance foi validado pela equipa de arbitragem.
Boa resposta teve o Roriz, que logo a seguir esteve pertíssimo de reestabelecer o empate, depois de livre directo à baliza de Celso, é Fábio Cabral, com remate portentoso, que proporciona uma excelente intervenção ao guardião vindo da Beselga.
Com a chuva a cair com grande intensidade, era notória a dificuldade em as equipas proporcionarem uma partida com bom recorte técnico. Levou então a melhor, a formação do concelho de Penedono, que se adaptou melhor as condições do terreno.
O desafio abrandou de ritmo depois da passagem da meia hora de jogo, tal como a chuva deu tréguas, mas que contudo, já tinha deixado bem as suas marcas no terreno de jogo, que iria então ficar mais pesado, proporcionando dificuldades acrescidas ao futebol praticado pelas duas equipas.
Muita disputa de bola, bastante entrega dos jogadores e respeito mutuo entre as formações, foram os registos mais notórios durante o decorrer da partida.
O Ceireiros, apesar de menos posse de bola que os locais, privilegiavam um futebol mais directo e ao mesmo tempo intencional, completando com uma defesa corpulenta e muito compacta para travar os ímpetos do sector ofensivo do Roriz, que se revelou pouco inspirado, pecando na finalização.
Ao intervalo, a vantagem, era então dos visitantes (que mais eficácia demonstraram na primeira metade do desafio), que no reatamento, cedo iria ser dilatada para 0-2. Defesa rorizense desconcentrada, Rui arriscando remate de longe, surpreende então o guardião Sandro, que contudo pareceu ficar um pouco mal na "fotografia", para assim marcar o segundo da partida e o último. Rui aproveitava assim o espaço e a apatia concedido pelo sector rorizense mais recuado.
O Ceireiros comprovava assim uma eficácia quase 100% na partida em contraste com o Roriz.
Mais tempo não perdeu o treinador do Roriz, e de uma assentada efectua duas alterações. Mas os rumos dos acontecimentos pouco ou nada se iriam alterar. A formação de Ceireiros jogando de forma tranquila e estável, iria controlar a partida e a sua vantagem, mesmo apesar de sofrer uma contrariedade, depois de ficar reduzida a 10 elementos. O capitão David Augusto via a segunda cartolina amarela na partida e o consequente vermelho.
O melhor que o Roriz produziu, foi um remate à trave ao minuto 78, por intermédio de Egipto, após bom trabalho individual, isto numa fase, em que o Roriz, já jogava com bastante intranquilidade emocional e com pouca força anímica.
Aos 80 minutos é a vez do Ceireiros reclamar com a equipa de arbitragem, pedindo uma grande penalidade à uma suposta mão de um jogador rorizense dentro da sua grande área.
Até ao final do encontro, pouca emotividade iriam as equipas proporcionar para uma razoável assistência no municipal da Cerca.
O triunfo estava feito para os visitantes, que foram mais equipa como colectivo, mesmo que ostentassem de menos posse de bola do que os locais. A intencionalidade e a eficácia fizeram a diferença e assim o Ceireiros provou porque está a segunda posição que ostenta. Possui uma equipa experiente, estável, intencional e com uma referência atacante, que contrastou com a formação de Roriz, mais intranquila, muito perdulária e com pouco capacidade anímica para reagir à desvantagem, mesmo que privilegiasse um futebol mais técnico.
Os Ceireiros, com este triunfo reforçam assim o segundo lugar, enquanto o Roriz perde a quarta posição para o Boassas e fica mais longe do terceiro lugar, isto quando faltam apenas mais duas jornadas para o término da fase regular.

Trabalho do trio de arbitragem regular, apesar de algumas decisões duvidosas.


Grupo Desportivo e Cultural de Roriz alinhou com:
Sandro Almeida, Xico Amaral, Zito (C), Emanuel, Cláudio Pina, Amândio, Fábio Cabral, Vicente (Samuel Pina - 72 minutos), Sebastião (Selmo - 59 minutos), Noita e Pedro Santos (Egipto - 59 minutos).

Treinador: Sérgio Macário

Grupo Cultural e Desportivo Os Ceireiros alinhou com:
Celso, Ricardo Leitão, Néné, Simões, Ricardo Macêdo, David Augusto (C), Calano, Rui, David Padeiro (Fábio - 76 minutos), Lucindinho (Rui Mindo - 89 minutos) e Tó Zé (Dulcinio - 90+2 minutos).

Treinador: Marco Pinto

Equipa de Arbitragem:
Árbitro de Jogo: Hélder Ferreira (A. F. Viseu - Mortágua)
Auxiliares: Gonçalo Ferreira e João Ferreira

Golos:
0-1 Tó-Zé (9 minutos)
0-2 Rui (49 minutos)

Acção Disciplinar:
Cartões Amarelos - Xico Amaral (36`), David Augusto (58`e 68`), Zito (73`) e Amândio (85`).

Cartões Vermelhos - por acumulação de amarelos a David Augusto (68`).


texto da autoria de um adepto do Roriz.

UM MOMENTO FRIO!

quinta-feira, 24 de março de 2011

ASSIM SÃO AS FÉRIAS DA NOSSA JUVENTUDE NA BESELGA!



Muita alegria e diversão é o que podemos constatar na nossa juventude quando regressam à Beselga! Tudo bons meninos! Força! Está quase a chegar a nova época de férias!

sexta-feira, 4 de março de 2011

BESELGA (FREGUESIA)


A freguesia de Beselga situa-se no extremo sul do concelho de Penedono. É delimitada a norte pela sede do concelho, a leste pela freguesia de Antas, a ocidente pelo concelho vizinho de Sernancelhe e a sul pelo distrito da Guarda. O topónimo Beselga provém do latino Basilica. Aí se prestaria, muito provavelmente, culto a um antigo santo. A basílica do topónimo poderia também significar capela. Ao longo dos anos, muitos historiadores disseram que Beselga vinha de Bezulce, importante cidade romana, mas a realidade não o comprova. Cultura é o sinónimo de manifestação humana e inteligente, e que abarca todo o pulsar do homem. Terêncio, escritor e pensador romano, exprime todo o seu sentido, ao afirmar que "mihil humanum a me alienum puto": nada do que é humano me é alheio. Há aspectos culturais na dança, na música, no desporto, nas tradições, nas festas e até mesmo na vivência religiosa. É, por isso, importante e unificador a existência de focos de cultura, como os clubes, as associações e todos os centros capazes de criar unidade e interligação para os que, por várias razões, aqui se fixaram. É o caso do artesanato. E neste ponto, temos de deixar uma palavra para peças em junca ou croça. A junca é uma planta herbácea que se eleva verticalmente sobre o solo, junto aos rios, e que fornece um óleo essencial. Possibilita o fabrico de peças variadas, entre as quais as ceiras, os capachos e uma peça de vestuário usada sobretudo pelos agricultores e muito rara em Portugal, a croça. As croças eram capas ou casacões de junco ou de palha. Conhecidas também como palhoças, eram fabricadas exclusivamente nesta freguesia e abasteciam o distrito inteiro. «Alguns, de croças de palha centeia, hirsutos, parecem porcos espinhos. Vão para o trabalho e levam ao ombro a enxada ou a foice roçadoira; outros, sogas de bois; e os pastores, cajados, mantas, e surrões de pele de ovelha. Todos ostentam varapau para tornar o gado - para o que for preciso. As caras são fortes e toscas. Os olhos, negros de espanto. (Antero de Figueiredo, «Jornadas em Portugal») É também o caso das colectividades. A Associação Humanitária Cultural e Recreativa Belseguense promove o convívio entre o meio ambiente e diferentes gerações com caminhadas, jogos tradicionais, jogos radicais e, principalmente, no Bicicleta Todo-o-Terreno, mais conhecido por BTT. São centenas os concorrentes de todas as partes do país que anualmente se deslocam a esta região graças à Associação Beselguense. Eis uma explicação breve dos antecedentes da sua fundação: «Desde há muito que a Beselga era conhecida como uma aldeia bairrista. Com a chegada do Sr. Padre Donaciano, nos finais da década de 50, as actividades não só religiosas mas também as humanitárias, culturais e desportivas foram dinamizadas pela Igreja. A participação em procissões na Lapa, os magustos da catequese, os jogos de solteiros e casados, os peditórios para a Igreja, para a Capela ou mesmo para obras (como a reconstrução da ponte da Devesa em 1967) eram liderados pelo Sr. Padre Donaciano e em que sobressaem com naturalidade a Sras. Leonilde, Mariazinha, Judite, Cecília...bem como uma meia dúzia de seminaristas da aldeia. Os peditórios de Janeiras e dos Reis nessa altura eram uma fonte de receita significativa para as actividades da aldeia.» (Mário Lourenço) O Grupo Desportivo e Cultural Os Ceireiros, fundado em 2005, tem como principais actividades a participação no campeonato distrital de Viseu, primeira divisão, e a missão de preservar e dinamizar o artesanato local, baseado na produção de peças em junca. É ainda o caso das lendas, que reflectem muito do imaginário das gentes locais. Numa dessas lendas, havia um frade que vivia num convento próximo de Fonte Arcada e ia a Beselga celebrar missa. Na freguesia, existiam dois cálices de ouro, um dos quais foi levado para o convento pelo frade. Este, de consciência pesada, quis devolvê-lo. Decidiu então combinar com os mordomos da festa dessa época irem ter com a Comissão de Festas dessa outra freguesia. A meio do caminho, no Quintinho, receberam a imagem do Divino Senhor dos Passos e colocaram-no na Capela, onde ainda se encontra hoje. Nessa altura, foi bordada uma toalha com os nomes das pessoas que pertenciam a essa Comissão, mas esta está enterrada no lugar onde está hoje a Capela, sem que ninguém saiba quais são efectivamente os nomes daqueles que conseguiram devolver a Beselga o que era m seu por direito. Uma outra lenda diz que as pessoas da freguesia costumavam dizer que, desde que a imagem do Senhor dos Passos foi para a respectiva Capela, nunca mais as trovoadas provocaram os estragos que antes se verificavam nas culturas e nas casas da aldeia, porque logo que as grandes nuvens negras, ameaçadoras de tragédias, se aproximavam de Beselga, paravam nos seus limites e voltavam para trás. Afastavam-se em círculo sem fazerem quaisquer estragos. Não é por acaso que o Divino Senhor dos Passos é tão adorado por estas paragens. Todos os anos, no primeiro Domingo de Setembro, a população sai à rua para dar graças ao Senhor. Vem gente de toda a área do concelho. No que diz respeito ao património edificado, uma primeira palavra para o património religioso: Igreja Paroquial de Santa Cruz, Capela do Senhor dos Passos e Cruzeiros. Destes, saliência para aquele que se encontra na Praça Padre Carlos Rodrigues. Trata-se de um cruzeiro com dois degraus, uma base quadrangular simples e um fuste encimado por uma cruz. C No «Guia de Portugal», de meados do século passado, Sant’Anna Dionísio faz uma descrição breve e curiosa de Beselga e das suas redondezas: «De Penedono a Sernancelhe – Não querendo regressar a Vila da Ponte pela mesma via, o visitante de Penedono poderá voltar à estrada nacional por Sernancelhe. Tem, para o efeito, a estrada municipal que flanqueia o cerro penhascoso e árido de Serigo. Estrada, aliás, igualmente estreita e escabrosa. Segue-se pelo alto até à bifurcação para Antas. Desolação e grandeza. Vê-se, ao fundo, a Estrela e o Caramulo. Em baixo, a veiga que sustenta Biselga, aldeia pobre. Depois, Salzeda.»


Área: 1519 ha
População: 350 habitantes
Presidente: João Pedro do Nascimento Ferreira
Secretário: Angelina Maria Leitão Diogo Ferreira
Tesoureiro: David Miguel Fonseca Augusto
Património cultural edificado: Igreja Matriz; Capela do Divino Sr. dos Passos; Capela de Sta. Luzia; Diversos cruzeiros; Nicho de Na. Sra. dos Caminhos; Edifício sede da Junta; Casa do Artesanato no edifício antigo da Junta; Lar de Santa Cruz com centro de dia e de noite; Duas escolas primárias (desactivadas); Duas salas da pré-primária (desactivadas); Antiga cantina escolar (desactivada); Barragem da Dama; Ponte romana; Fontes antigas; Capela mortuária.
Património Paisagístico: Barragem da Dama; Ponte romana; Capela do Divino Sr. dos Passos com as suas vistas panorâmicas.
Festas e Romarias: Festa ao Divino Sr. dos Passos no 1º fim de semana de Setembro.
Gastronomia: Cabrito e borrego assado no forno; Filhoses; Rabanadas; Cavacas.
Locais de lazer: Zona envolvente da Capela do Divino Sr. dos Passos; Zona envolvente do adro da Igreja Matriz.
Espaços lúdicos: Poli-desportivo; Campo de futebol de onze; Espaço internet na Associação Humanitária Cultural Recreativa Beselguense.
Artesanato: Trabalhos em junça.
Orago: Santa Cruz
Principais actividades económicas: Construção Civil; Agricultura de subsistência; Cafés; Comércio; Restaurante; Pastorícia.
Colectividades: Grupo Cultural e Desportivo "Os Ceireiros"; Associação Humanitária Cultural Recreativa Beselguense; Associação dos Regantes.

quarta-feira, 30 de junho de 2010

DESFILE DE S.PEDRO 2010

Se uma foto vale mais do que mil palavras... então estas fotos revelam muito do que é a nossa associação...




Sempre foi um sonho de muita gente... ter a Capela do Sr. Dos Passos ao lado do Castelo de Penedono...





O Sr. Zé um dos mais acarinhados do desfile... com uma presença assídua... goza da simpatia de todos... Que o diga o Gabriel!